Histórico

A Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional é a mais antiga das fundações ligadas a clubes de futebol do mundo.

Instituída a 22 de julho de 1976, por ato do então presidente Frederico Arnaldo Ballvé, passou a atuar como entidade autônoma, com estatuto próprio, regida pelas normas legais vigentes e supervisionada pelo Ministério Público.

A FECI promove ações de estímulo à cultura, à educação e ao esporte para crianças, adolescentes e seus familiares, consolidando seu trabalho com propostas direcionadas ao resgate da cidadania.

Missão:

Proporcionar ganhos à comunidade em geral, sem qualquer distinção, por meio de projetos sociais, educacionais, culturais e esportivos.

Visão Institucional:

Ser reconhecida como instituição de referência em ações sociais, dentro do terceiro setor.

Nossos Valores:

Desenvolvimento de ações sociais, educacionais, culturais e esportivas, de qualidade, e que valorizem o nome da Instituição.

Nossos Princípios:

· Ética

· Responsabilidade

· Perseverança

· Flexibilidade

· Excelência

· Inovação

A FECI está localizada no 2º andar do Gigantinho, abrangendo uma área de 4.000 m² equipada com auditório para 80 pessoas, biblioteca, sala multicultural, galeria de uniformes, galeria de personalidades, espaço para exposições, local de acesso à web, oficina de informática e áreas de estudo e pesquisa.

FECI está situada no 2ª andar do Ginásio Gigantinho Laboratório de Informática possibilita a inclusão digital Auditório comporta até 80 pessoas

Projetos sociais da FECI ganham destaque em programa da Globo

O programa Ação, da Rede Globo, apresentado por Serginho Groissmann, mostrou em 2006 o trabalho social e educativo desenvolvido pelo Sport Club Internacional. No estúdio, o Ação entrevistou o então presidente da FECI, Fundação de Educação e Cultura do Internacional, Cesardo Vignochi. Ele falou sobre o projeto Saci Colorado e os demais trabalhos desenvolvidos pela Fundação. Aposta na inclusão pela educação. Nada mais natural na história do Inter criado para combater o preconceito, já que os fundadores foram impedidos de entrar em outro clube por terem vindo de outro estado. Mais tarde, o Inter seria o primeiro time gaúcho a ter em seu elenco jogadores negros. Hoje, o exemplo dado no começo do século passado está vivo na fundação de educação e cultura do Internacional com projetos sociais como o Saci Colorado.

No ginásio do Gigantinho, a FECI se informatizou para ensinar. Diariamente, trinta alunos têm aulas de computador, uma máquina que se tornou indispensável. "Com muito esforço meu pai comprou um computador, pra gente tentar se virar. Teve essa oportunidade, eu abracei", conta Cassiane Alves, 21 anos. Os programas básicos são ensinados para quem já está à procura do primeiro emprego. "Para conseguir um emprego tem que ter um estudo, uma informática, pra chegar lá, pra ser alguém na vida", diz Bruno Santos, de 16 anos. "Eu quero entrar no mercado de trabalho, e, se não tem informática, não dá para entrar no mercado de trabalho", reforça Cassiane. Através de um convênio com a secretaria municipal de educação, o Inter leva educadores para as salas de aula. Eles complementam a matéria com jogos e brincadeiras. Dentro dos projetos da FECI, como o próprio Saci Colorado, parcerias são desenvolvidas entre elas, com Sesi e Senai e dão para adolescentes a chance de aprender uma profissão. Os alunos têm aulas de matemática, conhecimentos gerais, desenho, eles aprendem a gerir um negócio. A matéria de Serginho Groissmann, para o programa Ação da TV Globo, reafirmou a idéia, parodiando com a letra do hino oficial colorado: Alunos, professores, educadores. Todos envolvidos no mesmo propósito. Fazer com que o Brasil inteiro vibre com o clube do povo do Rio Grande do Sul.